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Vingadores: Guerra Infinita (Sem Spoiler)

Vingadores: Guerra Infinita, um dos filmes mais esperados do ano. Temos aqui, sim, o maior evento cinematográfico já criado pela Marvel e, também, um filme divertido e épico, digno da junção de alguns dos maiores heróis do mundo. Mas o clima vigente, aqui, é de desesperança.

Os filmes da Marvel podem nem sempre ser exatamente fiéis às páginas dos quadrinhos, mas em todos os seus capítulos, até agora, tentaram transferir a sensação das HQs para as telas e o filme faz isso muito bem isso. Apesar de ter aquelas tiradas cômicas e a típica pegada Marvel mais “colorida”, é ainda um dos filmes mais maduros do universo MCU, principalmente pelo seu enredo muito bem construído.

Não é absurdo dizer que a terceira aventura dos Vingadores é o projeto mais ousado do Marvel Studios. Ousado em vários sentidos: na escala épica da trama; no conceito, que visa interligar todos os personagens apresentados até o momento; e na própria narrativa, que abandona a estrutura clássica de três atos (com começo, meio e fim bem definidos), para apostar num filme dividido em duas partes, e nesta primeira tudo está bem encaixado, agora vamos esperar pelo desfecho final em Vingadores: Guerra infinita parte 2.

Não precisamos Falar muito sobre os detalhes técnicos como trilha e efeito sonoros, e os efeitos especiais, pois o filme tem o selo Marvel de qualidade, e assim como os outros do MCU não peca em nada nesse sentido, tudo muito bem feito, vale destacar a quantidade de momentos incríveis em que temos momentos grandiosos de emoção instigados por entradas bem feitas e os usos primorosos dessas técnicas em vários momentos do filme.

Marvel-2

Temos que lembrar que ainda assim o filme tem alguns poucos problemas, peca em alguns momentos de alivio cômico fora de hora, mas dessa vez foram mais bem dosados e não incomoda tanto assim neste filme, mas falha em apresentar melhor os membros da Ordem Negra (soldados de elite de Thanos), o filme ainda assim tem como grande mérito o seu vilão. Pode parecer estranho falar isso em um filme com mais de 20 heróis, mas é Thanos que rouba a cena. Graças aos efeitos visuais que melhoraram muito desde a primeira ponta do personagem em “Os Vingadores” e a uma grande atuação/trabalho de voz de Josh Brolin. Ao contrário do que temos normalmente nos filmes da Marvel (salvo Loki e Killmonger), aqui estamos diante de um antagonista com profundidade e até mesmo humanizado. Sua missão é inaceitável, mas não é impossível se relacionar com sua jornada e, principalmente, com sua dor. Dentre o elenco de Super-heróis, tudo funciona em sintonia e as transições de núcleos são bem interessantes e bem-feitas, basicamente aproveitando bem todos os personagens que aparecem.

No fim tivemos uma ótima cena pós credito, que passa uma sensação de esperança e o gostinho de “quero mais” dos espectadores. Nesta primeira Parte de Guerra infinita, fomos bem apresentados ao vilão suas motivações, além de ver o tamanho do seu poder, agora só podemos esperar pela segunda parte e ver como vai se decorrer a história após os eventos vistos nesse maravilhoso filme.

Nota: 9,5 Estrelas.

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